
A convocação do Dunga é uma mera distração pra outras palhaçadas que aguentamos todos os dias.
Arte e texto: André de Souza
Na busca do conhecimento e da sabedoria

Para as grandes potências donas do mundo, é muita prepotência mesmo um paiseco como o Brasil estar tomando atitudes de crescente liberdade política e diplomática no cenário mundial, e o que é mais “grave”, indo contra as determinações “superiores”. Daí a mídia e a direitona estadunidense estarem “secando”, de todas as maneiras, os esforços de Lula na busca de diálogo com o Irã, quanto a um acordo da questão nuclear. Os ataques, para quem conhece a conjuntura das interrelações internacionais são risíveis e trágicos. Por exemplo, o jornal Washington Post, lançou ontem um editorial em que diz “Postura brasileira ignora "repressão bruta" no Irã”, como se os EUA não fossem amigos e cúmplices das maiores ditaduras do planeta, tais como Israel, China, Arábia Saudita, Egito e outros, contumazes transgressores dos direitos humanos.
Observe-se e observe as pessoas ao seu redor e veja que alguns seres humanos são muito parecidos comportamentalmente com alguns animais. Um professor da arte do bem viver me auxiliou a abrir os olhos para enxergar esta relação. Por exemplo, como são as pessoas parecidas com a ostra? A dura carapaça física da ostra reflete-se na rígida carapaça psicológica-emocional que pessoas-ostra assumem em suas personalidades, é só defesa. Externamente elas aparentam ser fortes, seguras, firmes, uma fortaleza, mas internamente são molinhas, suaves, frágeis, inseguras, tímidas, quietas, discretas, sentimentais e têm até uma pérola. Mas tenham muito cuidado, pois a ostra, além da carapaça dura, tem também as bordas afiadas como defesa, e pode cortar o dedo do incauto que for, com ganância ou prepotência, pegar a pérola. Não esqueçamos que ela é defensiva, da sua intimidade, do seu tesouro, mas aqueles que já descobriram seu segredo sabem que, se não for com suavidade e no tempo dela, ela se fecha, e, teimosa como ela é, só abre quando quer. Com qual bicho você se parece?
Queridas mamães:
Quando criança, havia na parede da sala da casa dos meus avós maternos dois quadros que eram alvo dos meus olhares investigativos sempre que ia lá. Um tinha uma imagem de Santa Joana D’Arc e o outro de São Jorge. São as primeiras referências e memórias que tenho destes dois santos guerreiros. Nunca perguntei a ninguém o que eles representavam. Algumas décadas depois, fico imaginando a devoção de meus avós – não sei se foi o avô ou a avó quem colocou os quadros. O que eles sentiam ao fazerem aquela homenagem, dispondo um lugar de sua casa para reverenciar os dois santos? Eles nem sabiam que estavam tocando o coração do neto, despertando-lhe o interesse, inicialmente histórico, e depois filosófico e espiritual, sobre aquelas duas figuras, que continuo estudando, buscando neles essências que possam me auxiliar a viver e a conhecer este mundo em que vivo.
Considero este artigo como um serviço de utilidade pública para com o cidadão e eleitor brasileiro, para que não sejamos massa de manobra dos políticos espertalhões e vendidos que ainda há em demasia neste nosso país. Não permitamos que tentem transformar o Brasil em um grande curral eleitoral, que não aceito nem direita e nem de esquerda. Se resolver votar na oposição de direita, que vote consciente, sabendo direitinho em quem está votando, e qual proposta está dando seu aval. Leia o artigo completo no endereço: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16538&editoria_id=4
Com uma freqüência cada vez maior, a população toma conhecimento da retirada súbita de diversos produtos do mercado, por motivos como defeito de fabricação, contaminação química ou biológica, graves efeitos adversos, etc. Até um termo novo foi introduzido pelas empresas na mídia, para designar tais retiradas, e, como não poderia deixar de ser, em um país culturalmente colonizado como o nosso, o termo é em inglês. Recall, é a palavra utilizada, forma “esperta” de informar desinformando, pois poucos entendem o que ela quer dizer, para que assim a imagem da empresa seja arranhada o mínimo possível.