segunda-feira, 9 de junho de 2008

A renúncia

Muitas vezes queremos, mas nem tudo podemos, nem tudo temos o direito de ser ou de ter. Em nome da paz, da harmonia, da (re)conciliação, da consciência tranqüila ou do amor ao próximo, é preciso muitas vezes abdicar a um desejo. É a renúncia. Renunciar verdadeiramente não deve ser se subjugar, ser derrotado nas batalhas da vida sem lutar, e sim um exercício de autodomínio, de amor, de sábia compreensão e de despojamento, que o poeta e cantor Djavan tão bem define em Esquinas: “... sabe lá o que é morrer de sede em frente ao mar...”
A renúncia é um santo remédio para combater o egoísmo.

Um comentário:

Faide Veiga disse...

Gilvan,acredito que o excesso de "ter" e "ser",desequilibra o comportamento das pessoas,levando as mesmas a esquecerem que ser feliz é uma atitude interna e enquanto não tiverem essa consciência,não entenderão a importância do desapego,da reforma íntima,e consequentemente da evolução espiritual, mas sabemos que para isso acontecer é indispensável exercer a renúncia,o que infelismente para alguns simplesmemnte não existe.ABS.Faide.