quarta-feira, 10 de março de 2010

Humano Mestre

Em 2008 recebi um convite para fazer um pequeno texto comemorativo para ser distribuído no dia do professor – 15 de outubro. Não foi aceito. Acho que carreguei demais nas tintas da realidade crua da maioria dos professores brasileiros. Continuo vendo assim.

“Nossas homenagens aos que outrora tinham sua profissão valorizada e reconhecida política e socialmente, mas que ainda hoje permanecem vivos nas memórias de tantas crianças, jovens, adultos e idosos, como nossos condutores na luz das ciências.
Queridos professores e professoras: apesar dos salários aviltantes e das precárias condições de trabalho, parabéns pela disposição de compartilhar com amor seus conhecimentos. Mantenham a fé e a esperança em dias melhores, fortalecendo cada vez mais o querer ser esta mão amiga que conduz tantos no percurso entre as sombras da ignorância e a claridade do saber.”

Gilvan Almeida

3 comentários:

Isaac Melo disse...

Caro Gilvan,
a verdade não é para todos os ouvidos. Nossos professores tanto padecem por falta de sálarios dignos ou condições de vida no trabalho, dado tanta violência.
Penso nos professores acreanos da Zona rural, que passam 7, 8, 9 dias para chegar à escola.

Um forte abraço!

Anônimo disse...

Não entendi! A homenagem está tão singela...:)
Abraço, Gil.
Maria

Faide disse...

Gilvan,
Sua homenagem aos "mestres" é uma verdadeira demonstração de respeito e carinho à pessoas tão especiais que como citou compartilham conosco seus conhecimentos, experiências de vida e até mesmo uma mão para nos oferecer.
Não diria que me surpreendi ao ler que seu texto não foi aceito,porque, o apreço ao próximo sabemos que permanece entre poucos e a outra parte quer somente manifestações fingidas e brilho própio.

bjo
Faide