domingo, 18 de abril de 2010

Os jornalões e os interesses de fora

Considero este artigo como um serviço de utilidade pública para com o cidadão e eleitor brasileiro, para que não sejamos massa de manobra dos políticos espertalhões e vendidos que ainda há em demasia neste nosso país. Não permitamos que tentem transformar o Brasil em um grande curral eleitoral, que não aceito nem direita e nem de esquerda. Se resolver votar na oposição de direita, que vote consciente, sabendo direitinho em quem está votando, e qual proposta está dando seu aval. Leia o artigo completo no endereço: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16538&editoria_id=4


O primeira reação de muitos leitores que viram as manchetes idênticas, dia 14, na “Folha de S.Paulo” e no Estadão (a primeira página de “O Globo”, mesmo sem a manchete, coincidiu no enfoque e na foto) foi recordar a peça de propaganda do tucano Geraldo Alckmin na campanha eleitoral de 2006 - o pacote de dinheiro nas primeiras páginas, exposto de norte a sul do Brasil.Daquela vez o truque sujo adiou a decisão do eleitorado para o 2˚ turno - no qual Alckmin acabaria com menos votos do que no 1˚. Agora a “coincidência” funciona como alerta para truques futuros. Mas a aliança dos jornalões não é só com os tucanos. É também contra o país: no debate nuclear, como em outros, o governo Lula defende nossos interesses e a mídia fica com os de fora.Jornalões, revistonas e penduricalhos (Rede Globo à frente) apoiam-se no estereótipo iraniano fabricado por eles próprios. O presidente Ahmadinejad é baixo, magrelo e feio. Não está em questão a aparência dele e nem o holocausto - que reconheceu ter ocorrido, mesmo lembrando que os mortos na II Guerra foram 60 milhões e não apenas os 6 milhões de judeus.O expediente de produzir o vilão e a partir dele demonizar um país inteiro para invadi-lo e tomar-lhe o petróleo - como foi em 1953 no próprio Irã (de Mossadegh) e em 2003 no Iraque (de Saddam) - começa com difamação e sanções. Armas de destruição em massa foram o pretexto dos EUA para invadir o Iraque. Armas que sequer existiam, como não existe a bomba-A do Irã.
(...)

Um comentário:

Isaac Melo disse...

Meu caro Gilvan,
muitos de nossos jornais atuam como cartéis, além de manipular informações e distribuir calúnias a bel prazer. Um jogo de interesse só. É dificil encontrar algo bom no meio dessa podridão, embora saibamos que há.

Um grande abraço, bom trabalho e boa semana!